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Batalha
• Nome: Batalha
• Dimensão:80×100×2
• Técnica: mista,
• Material: tela de algodão esticada em grade de madeira.
• Ano 2026
Obra original exclusiva.
Sobre a obra:
Batalha (Coleção Fachadas)
Inspirada na Praça da Batalha, no Porto, esta obra nasce da premissa de que nem toda a batalha exige confronto; algumas são manifestos silenciosos de harmonia e convergência.
Nesta obra, o traço — meticuloso e orgânico — procurou dissolver a rigidez da arquitetura urbana num movimento fluido que parece dobrar a própria realidade. A verticalidade de Santo Ildefonso torna-se o eixo de uma dança entre luz e sombra, onde os contrastes de cor não se opõem — complementam-se, revelando a dualidade em harmonia.
A sobreposição de planos e perspetivas impossíveis é, em si, um convite à mudança. No detalhe, descobrimos que o caos é apenas um cosmos que ainda não aprendemos a ver.
Batalha relembra-nos que a vida, tal como a arquitetura da cidade, é feita de histórias sobrepostas e fluxos constantes. Relembra-nos também que a harmonia não reside na perfeição, mas no movimento.
• Nome: Batalha
• Dimensão:80×100×2
• Técnica: mista,
• Material: tela de algodão esticada em grade de madeira.
• Ano 2026
Obra original exclusiva.
Sobre a obra:
Batalha (Coleção Fachadas)
Inspirada na Praça da Batalha, no Porto, esta obra nasce da premissa de que nem toda a batalha exige confronto; algumas são manifestos silenciosos de harmonia e convergência.
Nesta obra, o traço — meticuloso e orgânico — procurou dissolver a rigidez da arquitetura urbana num movimento fluido que parece dobrar a própria realidade. A verticalidade de Santo Ildefonso torna-se o eixo de uma dança entre luz e sombra, onde os contrastes de cor não se opõem — complementam-se, revelando a dualidade em harmonia.
A sobreposição de planos e perspetivas impossíveis é, em si, um convite à mudança. No detalhe, descobrimos que o caos é apenas um cosmos que ainda não aprendemos a ver.
Batalha relembra-nos que a vida, tal como a arquitetura da cidade, é feita de histórias sobrepostas e fluxos constantes. Relembra-nos também que a harmonia não reside na perfeição, mas no movimento.